Para
uma educação além das paredes da escola...
O espaço delimitado das salas de aula de outrora não condizia muito com o ideal de aprendizagem construtivista e significativa para o qual apontam as ricas teorias educativas. As TIC’s então surgem como um caminho de recursos inesgotáveis para revolucionar de vez a estrutura educacional pétrea vigente.
Com essa gama de material didático tecnológico chegando às escolas, surgem questionamentos sobre o que os professores tem feito para mudar a forma de ensinar e aprender e também sobre o que os alunos estão levando para o seu aprendizado.
Antes de tudo, é preciso deixar claro que os softwares educativos e os objetos de aprendizagem vieram para somar às práticas pedagógicas dos docentes e não para substituí-las. Por isso, a importância de se desenvolver projetos de aprendizagem condizentes com a realidade do seu alunado e estruturados pedagogicamente por meio de um planejamento sistemático, objetivo e que garanta a interatividade. Isso pode ser feito por meio do importante ciclo descrever-executar-refletir-depurar como um conjunto de ações que o aluno realiza na aquisição de novos conhecimentos.
Para aproximar teoria e prática há ferramentas fáceis de utilizar e focadas nos objetivos educacionais. Nesta linha, temos diversos jogos e simuladores disponíveis em repositórios virtuais do mundo todo, como o portal do professor do MEC, por exemplo. Programas para criar animações interativas como o SCRATCH, criação de textos hipermídias, Google doc’s, tirinhas criativas e mapas conceituais também são eficazes exemplos de recursos tecnológicos fáceis de aplicar.
Por tudo isso, fica claro que não é difícil lançar mão dessas tecnologias para otimizar a prática docente, o que precisa é qualificação profissional num processo de formação continuada para selecionar os melhores recursos a serem aplicados nesse ambiente escolar cada dia mais interativo, colaborativo, interdisciplinar e desafiador com o advento das novas tecnologias.
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